Paranaguá, 11 de janeiro de 2011
Querida Presidenta,
Vou dispensar os protocolos para falar mais diretamente ao seu coração. Parabéns! Gostei da sua primeira semana à frente do Brasil. Para ser mais sincera gostei foi das notícias que circularam ao seu respeito.A senhora está mostrando a que veio. Mandou o ministro embrulhar o almoço e ir comer no seu gabinete para não perder tempo. Eu também acho, desculpe – acredito - que já perdemos muito... Li que a senhora não gosta do “acho”. É no Brasil todo mundo acha alguma coisa. Gostamos de dar palpites, mas nem sempre, opinar de forma responsável e engajada.
Nesta primeira semana a senhora passou por um verdadeiro raios-X nas conseqüências dos seus atos, atitudes e ações à frente do mais alto cargo eletivo do país. Que horror! Que invasão! Sou da imprensa, mas “acho” uma loucura como cada veículo ou profissional corre atrás de furos, registros, interpretação de fato, buscando uma diferença ou características desta mulher, ainda, desconhecida. Todos querem a novidade.
Não dá para negar que a senhora virou a maior e mais iluminada vitrine do país mas quererem que a senhora vire modelo fashion do prêt-à-porte brasileiro para garantir o fortalecimento do segmento é um exagero. Gostei que a senhora foi fiel à sua costureira gaúcha. Dizem que a senhora pode ter colocado em xeque a relevância das grifes nacionais.
Falaram que o seu estilo se contrapõe ao de Lula. Natural, são dois seres diferentes. Disseram também que a senhora “vai agir rapidamente e não quer deixar os problemas se agravarem para resolvê-los”. Bom, como filhas de pais europeus, o meu era tcheco, isto soa como uma regra de ouro. Primordial. Pena que eu não consigo levar à risca o assunto, em todos os departamentos da minha vida.
Mas,vou torcer para que a senhora consiga se antecipar a tudo que diga respeito ao Brasilzão. Boto muita fé no seu estilo. Tem momentos que não dá para enfeitar: “Ministro sugere, presidente é quem veta” , segundo disse o seu assessor, sobre o pito no Ministro Mantega. Há, é: Punto e basta, como diz o TotÓ. Algumas coisas devem ser ditas de forma clara e curta. Pau, pau, pedra,pedra... (Senão os homens vão continuar se achando...)
A mídia noticiou que na sua primeira semana a senhora fez mudanças. “Substituiu um computador por um laptop”. Imagino por uma questão de agilidade já que a senhora está com pressa, não vai ficar sentada...
Agora... “ retirou a Bíblia da mesa e o crucifixo da parede”. Com qual intenção se escreve uma observação destas num país cristão? O jornal sugere que os adversários, durante a campanha disseram que a senhora havia mudado a posição religiosa, daí... Pode ter sido tudo. Tudo pode ser nesta questão, mas, a principal é o exercício pleno do livre arbítrio.
Dona Dilma, se fosse aqui na minha cidade, isto serviria para dizer que o Capeta é o seu decorador. Tem horas que eu não creio que estamos no Terceiro Milênio, penso que a Idade Média, ainda, é aqui e agora. Ouvi de um candidato nas últimas eleições dizer que os presentes deveriam prestar atenção na ponta de um iceberg chamado cultura Afro-brasileira que o MEC estava preparando para instalar nas redes de ensino. Para combater o mal ele prometia, caso ganhasse, levar Deus para as escolas.
Com todo respeito querida Presidenta, à opinião dos outros, mas, não conseguia acreditar naquilo que ouvia. Ao longo da história tivemos exemplos terríveis para onde certos enfoques levam.
Embora o jornal não tenha questionado absolutamente nada sobre o assunto, creio que a senhora está cumprindo um ritual Constitucional para um país laico como o Brasil. No meu entendimento, a interpretação pode ser de respeito ao livre arbítrio. Só isto!
Sucesso e, quando tiver um tempinho ou algo para lhe falar volto a escrever das coisas que se passam por aqui detrás da serra, nesta cidade incrustada entre a montanha e o mar. Às vezes não dá para acreditar.
Fico imagino a senhora tendo que lidar com toda esta diversidade. Jesus!
Saudações parnanguaras
terça-feira, 11 de janeiro de 2011
terça-feira, 4 de janeiro de 2011
DE NOVO, TUDO DE NOVO. É OBVIO QUE NÃO!
Eu sempre quis e quero mudanças. Há muito tempo deixei de mudar. Os móveis do lugar. Amarrei o cabelo num rabo que foi crescendo, crescendo... A rotina do dia-a-dia se esfacelou. Nunca havia pensado, de fato, na sua função além de ser uma coisa metódica e chata. O preço foi o desnorteio. Deixei a vida me levar. Não ousei enfrentar dificuldades enquanto não me sentia pronta. Parei. Dei passos para trás...
...Olhei, mirei... Impulsionei, outra vez. Graças à Deus e a mim própria ( que não estou mais interessada nos mesmos aprendizados, que se multiplicam em círculos viciosos intermináveis). Quero novos desafios! Vida Nova, literalmente, descartando o velho jeito de ser e vestir o melhor que ficou... Seguindo adiante na vida. Sinto-me madura e menina... Envelhecer é muito bom. Nunca pensei que iria admitir isto. É só a gente fixar o olhar no nosso melhor ângulo da vida e buscar inspiração.
Temos que ter sabedoria, nesta hora, senão a gente se estrepa. Como diz o companheiro, Edmundo, tudo tem que valer a pena.
Vamos que vamos. Acabei indo com a Dilma. Senti-me orgulhosa, junto dela. Sou uma mulher da geração da nossa presidente e sei todas as lutas que travamos nos últimos 40 / 50 anos. Uma mulher estar ali, tomando posse para o cargo político mais alto do país também era coisa nunca vista, antes de Lula.
Foi emocionante e histórico ver a presidenta incorporar o papel de unificadora ao vivo e a cores no dia da sua posse. Quando ela falou que a partir daquele momento ela era a presidenta de todas as brasileiras e brasileiros, foi de arrepiar. Fomos tocados e conectados ao seu coração. Você sentiu? Os símbolos eram metáforas e realidades ao mesmo tempo.
Especialmente para mim, amei quando ela falou da importância e do empenho da cultura em seu governo. A cultura é a alma do povo. Lula começou cuidando bem do corpo da sua gente. Agora Dilma, cuidará da alma e da Nação. É isto que desejamos como brasileiros apaixonados e felizes com este momento impar vivido no País.
Lula entra para a história como um exemplo de vida. Um político de um Novo Brasil. Um homem do povo com pensamentos grandiosamente óbvios voltados para os mais pobres. De fato! Ele é o discurso.
Tenho muito orgulho dele porque ele não desperdiçou a oportunidade que Deus lhe concedeu e colocou em prática os sonhos de um idealista. Quem tem mais de 40 e ouviu Lula desde o começo, pode “achar” a vontade. Ele conseguiu começar a dar um jeito no Brasil... Imbicou o país. Decolou.
Ele, na janela do Aerolula acenando e se despedindo do povo foi a minha cena predileta. Era o retrato do nosso bom humor. Da nossa capacidade. Deixou de pilotar o Brasil com a alegria de um guri que o comandante deixou experimentar e fez tudo direitinho. Quase, né?
Tudo naquela cerimônia tinha um duplo sentido como convém aos mitos. A despedida do Lula foi linda porque foi espontânea. Era um amor só... do filho voltando aos braços fraternos.
Nós brasileiros temos que nos orgulhar muito. Lula ter sido o nosso presidente foi um presente do destino e, principalmente, da sua determinação. Melhor que presidente ele está sendo uma referência ao brasileiro digno e sem muita hipocrisia... a Dilma, um incentivo a todas às brasileiras para também aproveitarem a ocasião e irem com ela, mudar o Brasilzão, quem sabe começando pela nossa casa...
Percebemos, através do enfoque, que temos um líder muito, muito especial, entre nós... No fundo, sempre invejava os argentinos pelo Che Guevara, a Índia, por possuir um Mahatma Gandhi e os Estados Unidos, Martim Luther King.
Mas, nós temos o cara. Temos Lula, que não precisa mais usar ferro e bigorna para ser reconhecido como o maior trabalhador brasileiro. Agora, ele é!
Os números que ele deixou ao sair da presidência da República impressionam a começar pela popularidade de 87% ... Agora, vai difundir as boas práticas brasileiras pelas Américas continuando a sua saga...
Ele pode!
E, a presidenta Dilma, também!
Sempre, Feliz Ano Novo!
...Olhei, mirei... Impulsionei, outra vez. Graças à Deus e a mim própria ( que não estou mais interessada nos mesmos aprendizados, que se multiplicam em círculos viciosos intermináveis). Quero novos desafios! Vida Nova, literalmente, descartando o velho jeito de ser e vestir o melhor que ficou... Seguindo adiante na vida. Sinto-me madura e menina... Envelhecer é muito bom. Nunca pensei que iria admitir isto. É só a gente fixar o olhar no nosso melhor ângulo da vida e buscar inspiração.
Temos que ter sabedoria, nesta hora, senão a gente se estrepa. Como diz o companheiro, Edmundo, tudo tem que valer a pena.
Vamos que vamos. Acabei indo com a Dilma. Senti-me orgulhosa, junto dela. Sou uma mulher da geração da nossa presidente e sei todas as lutas que travamos nos últimos 40 / 50 anos. Uma mulher estar ali, tomando posse para o cargo político mais alto do país também era coisa nunca vista, antes de Lula.
Foi emocionante e histórico ver a presidenta incorporar o papel de unificadora ao vivo e a cores no dia da sua posse. Quando ela falou que a partir daquele momento ela era a presidenta de todas as brasileiras e brasileiros, foi de arrepiar. Fomos tocados e conectados ao seu coração. Você sentiu? Os símbolos eram metáforas e realidades ao mesmo tempo.
Especialmente para mim, amei quando ela falou da importância e do empenho da cultura em seu governo. A cultura é a alma do povo. Lula começou cuidando bem do corpo da sua gente. Agora Dilma, cuidará da alma e da Nação. É isto que desejamos como brasileiros apaixonados e felizes com este momento impar vivido no País.
Lula entra para a história como um exemplo de vida. Um político de um Novo Brasil. Um homem do povo com pensamentos grandiosamente óbvios voltados para os mais pobres. De fato! Ele é o discurso.
Tenho muito orgulho dele porque ele não desperdiçou a oportunidade que Deus lhe concedeu e colocou em prática os sonhos de um idealista. Quem tem mais de 40 e ouviu Lula desde o começo, pode “achar” a vontade. Ele conseguiu começar a dar um jeito no Brasil... Imbicou o país. Decolou.
Ele, na janela do Aerolula acenando e se despedindo do povo foi a minha cena predileta. Era o retrato do nosso bom humor. Da nossa capacidade. Deixou de pilotar o Brasil com a alegria de um guri que o comandante deixou experimentar e fez tudo direitinho. Quase, né?
Tudo naquela cerimônia tinha um duplo sentido como convém aos mitos. A despedida do Lula foi linda porque foi espontânea. Era um amor só... do filho voltando aos braços fraternos.
Nós brasileiros temos que nos orgulhar muito. Lula ter sido o nosso presidente foi um presente do destino e, principalmente, da sua determinação. Melhor que presidente ele está sendo uma referência ao brasileiro digno e sem muita hipocrisia... a Dilma, um incentivo a todas às brasileiras para também aproveitarem a ocasião e irem com ela, mudar o Brasilzão, quem sabe começando pela nossa casa...
Percebemos, através do enfoque, que temos um líder muito, muito especial, entre nós... No fundo, sempre invejava os argentinos pelo Che Guevara, a Índia, por possuir um Mahatma Gandhi e os Estados Unidos, Martim Luther King.
Mas, nós temos o cara. Temos Lula, que não precisa mais usar ferro e bigorna para ser reconhecido como o maior trabalhador brasileiro. Agora, ele é!
Os números que ele deixou ao sair da presidência da República impressionam a começar pela popularidade de 87% ... Agora, vai difundir as boas práticas brasileiras pelas Américas continuando a sua saga...
Ele pode!
E, a presidenta Dilma, também!
Sempre, Feliz Ano Novo!
terça-feira, 28 de dezembro de 2010
FELIZ ANO NOVO BRASIL, FAMÍLIA, DONA LINDA, MIGUELZINHO (QUE ACABOU DE CHEGAR AO MUNDO) e FELIZ ANO NOVO DEDÉ LANDIM...
... Feliz Ano Novo...Sempre!
Dizer que o final do ano é tempo de reflexões é uma bobagem, embora já tenha dito isto inúmeras vezes. Na véspera da Terceira Idade estou refletindo a cada segundo. Não tem mais esta de esperar o final do Ano... É o aqui - agora bem presente. Faço retrospectiva o tempo todo.
Estou reaprendendo a me mexer porque entendi que vida é movimento. Varrer é um exercício fantástico. Descobri que a vassoura é a minha varinha de condão. É impressionante a mágica da varrição. É uma coisa que não dá para acreditar, mas que las aí, aí!
Bem que mamãe dizia!
Acabei de soltar a minha Bruxinha que deixei presa no jardim entre o sino dos ventos, das rosas loucas do Rocio... Entre as Amarílis e os cachos de acácia da dona Isaura, que estão explodindo de tão lindas. Chovem pétalas, cobrem o chão de amarelo-ouro e sol... A minha Bruxinha tem véus verde-amarelo, segura a vassoura entre as mãos e tem um sorriso enigmático... Será que ela tem dúvidas sobre o verdadeiro sentido da vassoura? Para voar, os magos tecnológicos gostam é de aspirador de pó, né?
A velha e boa vassoura serve muito bem para espantar os demônios, que gostam de se esconder nos entulhos e assustar os anjos do meu Eden... Xô!
Existe Bruxinha- de - Jesus? Pois, é? Segurem os seus ímpetos da Santa Inquisição... O meu Deus é de tolerância, de compreensão, colorido e eclético, amoroso como um Pai Responsável... Num ato simbólico fui fotografá-la no jardim e como sempre a minha resposta estava ali. O triângulo da Santíssima Trindade se deixou registrar sob a Bruxinha... Gosto destes sinais que só a arte e a poesia me concedem. A conversa se faz em códigos eternos: elementar e primordial...
O meu jardim está bombando em flor. O hibisco pompom, laranja-avermelhado, ao lado da rosa pink está um escândalo. As flores azuis e rosas, nativas da mata atlântica, reinam no pedaço junto com as catléias e bromélias.
Sem demagogia, estou feliz com as descobertas da minha Terceira Onda. Quando descobri, o primeiro fio de cabelo branco. Achei-o lindo. Era de ouro e está ficando prata, da cor predileta! A surpresa e a alegria saíram de dentro de mim num pulo inesperado, então, deduzi que o meu envelhecer vai ser bom. Nunca será nada pesado, mesmo que, às vezes, as minhas pernas pareçam de chumbo. Em janeiro, faço o meu último ano antes de me tornar uma idosa oficial. Documental.
Estou aprendendo a cada vez mais agradecer à Vida pelo resultado que estou colhendo. Fui eu quem fez a minha Vida. Bem ou Mal ela resultou realmente, das minhas escolhas, do meu livre-arbítrio. E, não me arrependo delas. Arrependo-me, com certeza, daquilo que deixei de fazer... Porem, como a Vida, ainda não cessou, terei outros momentos de escolha e espero estar íntegra para o discernimento correto... Esta possibilidade Cristo me concedeu...
Porém, espero acatar com mais serenidade aquilo que a Vida me oferecer e aceitar os rumos inesperados que Ela propor e que eu tenha a coragem de saciar – sempre- a minha curiosidade. Que eu consiga ir em frente, mesmo que pare nos mirantes e fique apreciando a paisagem por mais tempo que deveria... Se eu fiquei ali, parada, sem movimento, estava alimentando a alma. Nutrindo a mente. Recompondo a bagagem essencialmente necessária... O caderno e a caneta seguem comigo. Ou, para falar a linguagem contemporânea, o computador vai junto para a barranca do Mar de Lá.
Este é um desejo lúcido de vida que vou perseguir como uma náufraga que chega numa ilha boa ... Meu coração é do mangue do Mar de Lá... Sinto-me, cada vez mais caiçara. Espero que o meu caboclo e os caboclinhos também possam, um dia, gostar dali...
O melhor presente que eu poderia ter me dado foi restabelecer, no dia 25, o contato com a Comadre Dedé Landim, no Rio. Foi amor e determinação. Não poderia deixar a minha amiga tão longe de mim. Nós nos precisamos como seres contemporâneos, gente de uma mesma geração. Eu preciso da sua carioquice. Do seu ponto de vista. Da sou cabeça aberta e avançada. Sua parabólica com Bombril púrpura captando a poesia daquele apartamento do Leme. Noutros anos daquela janela víamos o movimento do Jet-set , no Meridien...
Quero que ela me conte aquilo que vê desfilando por ali. Sei que a vida simples e cotidiana, fervilha na Rua Gustavo Sampaio e as lentes da Dedé registram com a genialidade dos artistas as coisinhas do dia-a-dia, naquele edifício com cheiro de madeiras antigas, de um Rio lendário que, ainda, permanece por ali.
Somos amigas forever, mas, deixei a vida nos separar... Voltar para perto de uma amiga assim é me reencontrar, também. Uma guinada para dentro de mim. Para a minha eterna juventude. É dividir respostas... experiências... resultados... É um canal de comunicação extremamente abrangente e poderoso capaz de tornar o abstrato, concretíssimo...
Como Dedé disse: A tecnologia é uma M... porque perdemos a sensualidade da comunicação ao vivo e a cores. Em carne e osso. Nada substitui as sutilezas da comunicação presente... Viajar com Dedé nesta Estrada sempre foi evolutivo... Estamos de volta e vamos nos comunicar pela net. Está decidido. Amém!
Nesse Novo Ano estou com o Leme à mão. Não resisto ao trocadilho e aproveito para mandar “Aquele Abraço” para a minha vizinha e pedir perdão pela frustração que lhe causei por um equívoco na comunicação...Os corpos estavam na mesma rua, mas as almas moram em universos diferentes... Coisas da Vida.
Edmundo me comunica que a Dilma instituiu a República das Calcinhas e contratou seis seguranças femininas para o Dia da Posse. Observações de um machista legítimo...
São as Amazonas da Dilma, uái, que vão acompanhá-la correndo ao lado do Rolls Royce .




Dizer que o final do ano é tempo de reflexões é uma bobagem, embora já tenha dito isto inúmeras vezes. Na véspera da Terceira Idade estou refletindo a cada segundo. Não tem mais esta de esperar o final do Ano... É o aqui - agora bem presente. Faço retrospectiva o tempo todo.
Estou reaprendendo a me mexer porque entendi que vida é movimento. Varrer é um exercício fantástico. Descobri que a vassoura é a minha varinha de condão. É impressionante a mágica da varrição. É uma coisa que não dá para acreditar, mas que las aí, aí!
Bem que mamãe dizia!
Acabei de soltar a minha Bruxinha que deixei presa no jardim entre o sino dos ventos, das rosas loucas do Rocio... Entre as Amarílis e os cachos de acácia da dona Isaura, que estão explodindo de tão lindas. Chovem pétalas, cobrem o chão de amarelo-ouro e sol... A minha Bruxinha tem véus verde-amarelo, segura a vassoura entre as mãos e tem um sorriso enigmático... Será que ela tem dúvidas sobre o verdadeiro sentido da vassoura? Para voar, os magos tecnológicos gostam é de aspirador de pó, né?
A velha e boa vassoura serve muito bem para espantar os demônios, que gostam de se esconder nos entulhos e assustar os anjos do meu Eden... Xô!
Existe Bruxinha- de - Jesus? Pois, é? Segurem os seus ímpetos da Santa Inquisição... O meu Deus é de tolerância, de compreensão, colorido e eclético, amoroso como um Pai Responsável... Num ato simbólico fui fotografá-la no jardim e como sempre a minha resposta estava ali. O triângulo da Santíssima Trindade se deixou registrar sob a Bruxinha... Gosto destes sinais que só a arte e a poesia me concedem. A conversa se faz em códigos eternos: elementar e primordial...
O meu jardim está bombando em flor. O hibisco pompom, laranja-avermelhado, ao lado da rosa pink está um escândalo. As flores azuis e rosas, nativas da mata atlântica, reinam no pedaço junto com as catléias e bromélias.
Sem demagogia, estou feliz com as descobertas da minha Terceira Onda. Quando descobri, o primeiro fio de cabelo branco. Achei-o lindo. Era de ouro e está ficando prata, da cor predileta! A surpresa e a alegria saíram de dentro de mim num pulo inesperado, então, deduzi que o meu envelhecer vai ser bom. Nunca será nada pesado, mesmo que, às vezes, as minhas pernas pareçam de chumbo. Em janeiro, faço o meu último ano antes de me tornar uma idosa oficial. Documental.
Estou aprendendo a cada vez mais agradecer à Vida pelo resultado que estou colhendo. Fui eu quem fez a minha Vida. Bem ou Mal ela resultou realmente, das minhas escolhas, do meu livre-arbítrio. E, não me arrependo delas. Arrependo-me, com certeza, daquilo que deixei de fazer... Porem, como a Vida, ainda não cessou, terei outros momentos de escolha e espero estar íntegra para o discernimento correto... Esta possibilidade Cristo me concedeu...
Porém, espero acatar com mais serenidade aquilo que a Vida me oferecer e aceitar os rumos inesperados que Ela propor e que eu tenha a coragem de saciar – sempre- a minha curiosidade. Que eu consiga ir em frente, mesmo que pare nos mirantes e fique apreciando a paisagem por mais tempo que deveria... Se eu fiquei ali, parada, sem movimento, estava alimentando a alma. Nutrindo a mente. Recompondo a bagagem essencialmente necessária... O caderno e a caneta seguem comigo. Ou, para falar a linguagem contemporânea, o computador vai junto para a barranca do Mar de Lá.
Este é um desejo lúcido de vida que vou perseguir como uma náufraga que chega numa ilha boa ... Meu coração é do mangue do Mar de Lá... Sinto-me, cada vez mais caiçara. Espero que o meu caboclo e os caboclinhos também possam, um dia, gostar dali...
O melhor presente que eu poderia ter me dado foi restabelecer, no dia 25, o contato com a Comadre Dedé Landim, no Rio. Foi amor e determinação. Não poderia deixar a minha amiga tão longe de mim. Nós nos precisamos como seres contemporâneos, gente de uma mesma geração. Eu preciso da sua carioquice. Do seu ponto de vista. Da sou cabeça aberta e avançada. Sua parabólica com Bombril púrpura captando a poesia daquele apartamento do Leme. Noutros anos daquela janela víamos o movimento do Jet-set , no Meridien...
Quero que ela me conte aquilo que vê desfilando por ali. Sei que a vida simples e cotidiana, fervilha na Rua Gustavo Sampaio e as lentes da Dedé registram com a genialidade dos artistas as coisinhas do dia-a-dia, naquele edifício com cheiro de madeiras antigas, de um Rio lendário que, ainda, permanece por ali.
Somos amigas forever, mas, deixei a vida nos separar... Voltar para perto de uma amiga assim é me reencontrar, também. Uma guinada para dentro de mim. Para a minha eterna juventude. É dividir respostas... experiências... resultados... É um canal de comunicação extremamente abrangente e poderoso capaz de tornar o abstrato, concretíssimo...
Como Dedé disse: A tecnologia é uma M... porque perdemos a sensualidade da comunicação ao vivo e a cores. Em carne e osso. Nada substitui as sutilezas da comunicação presente... Viajar com Dedé nesta Estrada sempre foi evolutivo... Estamos de volta e vamos nos comunicar pela net. Está decidido. Amém!
Nesse Novo Ano estou com o Leme à mão. Não resisto ao trocadilho e aproveito para mandar “Aquele Abraço” para a minha vizinha e pedir perdão pela frustração que lhe causei por um equívoco na comunicação...Os corpos estavam na mesma rua, mas as almas moram em universos diferentes... Coisas da Vida.
Edmundo me comunica que a Dilma instituiu a República das Calcinhas e contratou seis seguranças femininas para o Dia da Posse. Observações de um machista legítimo...
São as Amazonas da Dilma, uái, que vão acompanhá-la correndo ao lado do Rolls Royce .
terça-feira, 21 de dezembro de 2010
FELIZ NATAL PARANAGUÁ...
Um dos melhores presentes, principalmente para os jovens, acabamos de receber. Ou melhor: Começamos a receber. Trata-se da entrega da reforma da Santa Casa de Misericórdia, que leva o nome do falecido advogado Mário Marcondes Lobo, que abrigará um espaço cultural e uma biblioteca.
Trata-se de um acontecimento destinado à vida intelectual da nossa comunidade e serão as crianças e os jovens os grandes favorecidos. Ganhar uma biblioteca, nos dias de internet, pode parecer fora de hora, principalmente quando tantos livros estão sendo despejados das suas casas, cada vez menores e, sem espaço para abrigar as prateleiras.
Por outro lado, quem ama os livros e a leitura, sabe o real significado de uma inauguração destas. E há quem duvide, mesmo em longo prazo, da substituição digital pelo papel. E, se isto acontecer a futura biblioteca também contará com as facilidades da tecnologia e os e-livros. No entanto, segurar um livro e percorrer as suas entranhas, sentir o cheiro da tinta e a textura do papel, complementam um prazer que oferece conhecimento e turbina a imaginação.
Einstein já dizia que a imaginação é tudo porque é o princípio do desenvolvimento humano. É na imaginação que nasce a evolução da vida real e a criação da ficção.
O filho do homenageado, o superintendente do porto, Mariozinho Lobo, foi de uma felicidade emocionante em relatar a sua relação amorosa com o pai através da afinidade com os livros. Naquele momento, os laços fraternos estavam literalmente eternos e Mariozinho alcançou o pai para redimir a última divergência, talvez a única, sobre as suas preferências autorais disputadas entre Mário Vargas Llosa e Gabriel Garcia Marques. O pai dizia que Garcia Marques era o melhor autor latino-americano, o filho: Vargas Llosa, que acabou de recebeu o Nobel de Literatura e sentiu uma vontade imensa de falar ao pai sobre o acontecido. Enfim, estavam quites...
Como Mariozinho falou o pai já recebeu inúmeras honrarias em nossa cidade e até no Estado, porém esta biblioteca é a mais significativa. Além de ocupar um imóvel histórico, erguido em 1835, Paranaguá ganhou mais uma referência, desta vez, para cuidar das almas, das mentes, dos corações e do intelecto da sua população. Melhor ocupação para aquele patrimônio histórico, impossível. Acabou-se o estaleiro da dor, para irradiar a luz (sem ser um Farol, do Greca) . Uma justa homenagem a um amante dos livros que defendia a cultura com coragem.
Um dia, por ocasião do desmembramento das praias, presenciei a vinda do político e também erudito, Rafael Greca, falando da nossa realidade com a prepotência de um colonizador. A platéia estava silenciosa, como bem cabe às mentalidades colonizadas que não ousam contrariar seus “superiores”... Mas, ao meio daquela agonia, sobressaiu uma voz poderosa que não se calou. Foi a única que contestou as arbitrariedades do senhor Greca. Fiquei um tempo ouvindo, tentando imaginar quem era o corajoso que se impôs com tanta propriedade. Era Mário Marcondes Lobo, que os meus ouvidos e olhos reconheceram como um respeitável conterrâneo. Ali nasceu a minha admiração por ele.
Junto com a família, amigos e demais admiradores deste “parnanguara quatrocentão” festejei o acontecimento como um marco. Um presente maravilhoso para o Natal desta cidade que já ostentou o título de “Berço da Civilização Paranaense” e hoje, dorme numa escassez cultural imensa. Espero que este espaço cultural e a biblioteca cumpram com o seu destino e não parem, no meio do caminho, feito o Cine- teatro Raquel Costa. De que adiantou aquele investimento para as suas funções originais?



















Trata-se de um acontecimento destinado à vida intelectual da nossa comunidade e serão as crianças e os jovens os grandes favorecidos. Ganhar uma biblioteca, nos dias de internet, pode parecer fora de hora, principalmente quando tantos livros estão sendo despejados das suas casas, cada vez menores e, sem espaço para abrigar as prateleiras.
Por outro lado, quem ama os livros e a leitura, sabe o real significado de uma inauguração destas. E há quem duvide, mesmo em longo prazo, da substituição digital pelo papel. E, se isto acontecer a futura biblioteca também contará com as facilidades da tecnologia e os e-livros. No entanto, segurar um livro e percorrer as suas entranhas, sentir o cheiro da tinta e a textura do papel, complementam um prazer que oferece conhecimento e turbina a imaginação.
Einstein já dizia que a imaginação é tudo porque é o princípio do desenvolvimento humano. É na imaginação que nasce a evolução da vida real e a criação da ficção.
O filho do homenageado, o superintendente do porto, Mariozinho Lobo, foi de uma felicidade emocionante em relatar a sua relação amorosa com o pai através da afinidade com os livros. Naquele momento, os laços fraternos estavam literalmente eternos e Mariozinho alcançou o pai para redimir a última divergência, talvez a única, sobre as suas preferências autorais disputadas entre Mário Vargas Llosa e Gabriel Garcia Marques. O pai dizia que Garcia Marques era o melhor autor latino-americano, o filho: Vargas Llosa, que acabou de recebeu o Nobel de Literatura e sentiu uma vontade imensa de falar ao pai sobre o acontecido. Enfim, estavam quites...
Como Mariozinho falou o pai já recebeu inúmeras honrarias em nossa cidade e até no Estado, porém esta biblioteca é a mais significativa. Além de ocupar um imóvel histórico, erguido em 1835, Paranaguá ganhou mais uma referência, desta vez, para cuidar das almas, das mentes, dos corações e do intelecto da sua população. Melhor ocupação para aquele patrimônio histórico, impossível. Acabou-se o estaleiro da dor, para irradiar a luz (sem ser um Farol, do Greca) . Uma justa homenagem a um amante dos livros que defendia a cultura com coragem.
Um dia, por ocasião do desmembramento das praias, presenciei a vinda do político e também erudito, Rafael Greca, falando da nossa realidade com a prepotência de um colonizador. A platéia estava silenciosa, como bem cabe às mentalidades colonizadas que não ousam contrariar seus “superiores”... Mas, ao meio daquela agonia, sobressaiu uma voz poderosa que não se calou. Foi a única que contestou as arbitrariedades do senhor Greca. Fiquei um tempo ouvindo, tentando imaginar quem era o corajoso que se impôs com tanta propriedade. Era Mário Marcondes Lobo, que os meus ouvidos e olhos reconheceram como um respeitável conterrâneo. Ali nasceu a minha admiração por ele.
Junto com a família, amigos e demais admiradores deste “parnanguara quatrocentão” festejei o acontecimento como um marco. Um presente maravilhoso para o Natal desta cidade que já ostentou o título de “Berço da Civilização Paranaense” e hoje, dorme numa escassez cultural imensa. Espero que este espaço cultural e a biblioteca cumpram com o seu destino e não parem, no meio do caminho, feito o Cine- teatro Raquel Costa. De que adiantou aquele investimento para as suas funções originais?
quarta-feira, 15 de dezembro de 2010
A Construção de um sonho...
... Domingo de sol e de calor latejante. Tem casamento em Alexandra neste dezembro, ainda, primaveril. Tempo de o Jacatirão enfeitar a estrada que leva ao distrito. O pequeno lugar foi colonizado pelos italianos, no século 19. Entre os pioneiros, estão os Zella, cuja chácara está, hoje, com o descendente Vamir, para onde nos dirigimos.
Num cenário digno de filme americano fui cobrir o casamento da Adriana e Vamir, assim como documento tantas fotos estórias - históricas, acabei, mais uma vez ganhando uma especial. Cada evento é o seu próprio conto de fadas. Basta acreditar, confiar e entregar nas mãos de Deus. Pelo depoimento dos noivos, acontecia naquele dia, uma verdadeira manifestação de vitória. Do amor, da perseverança, da lealdade, da justiça...
O casamento era muito aguardado. Desejado.
Como especial, o dia resolver presentear os nubentes e só desaguar a chuva ensaiada, no sábado, para quando todos já buscavam o descanso dominical. Generosidades de um Pai Amoroso que não gosta de decepcionar filhos queridos. O casal realizava com júbilo, aquela boda, para a honra e glória de Deus, nas palavras, dos donos da festa. Eles se manifestaram de um jeito muito simples e bom, com valores difíceis de encontrar nos dias de hoje.
A trilha sonora era mais que perfeita para aqueles matizes do belo dia. O Carinhoso, do mestre Pixinguinha, contornava o azul da Serra do Mar. Desenhava em sons a moça sentada em baixo da árvore, o moleque correndo atrás da bola, o avozinho embalando a neta, a noiva sentada no balanço. Tudo ali fazia sentido para os sentidos.
Desde o aroma dos quitutes de Mestre Mauro ao perfume dos doces de comer também com os olhos, da Mestra Eliane. Ela buscou aprimoramento para eles, nas montanhas da Suíça. Agora, os divinos doces estavam ali entre orquídeas, ao pé da serra, no meio da Mata Atlântica que parece ser o seu verdadeiro lugar. A Música do Antonio e seus companheiros brindavam os ouvidos com pura harmonia... Aquela música não poderia ser mais prazerosa no acompanhamento do dia. Um deleite.
Creio que os gringos amam fazer casamento num dia assim: lindo, ao ar livre, para estarem, literalmente, em comunhão com a natureza e, nós, donos desta exuberância toda teimamos em ficar debaixo do teto. Está era a minha mais feliz constatação deste domingo. Uma festa assim é um verdadeiro presente para todos os presentes. Parabéns ao casal.
Convidadas engalanadas faziam bonito se protegendo do sol de raios ultravioletas com chapéus para a propícia estação. Assim como a mata estava enfeita pela cor do momento, as damas, algumas madrinhas e convidadas, além dos detalhes da decoração se inspiraram nas cores mescladas da bela árvore nativa. Lilás, roxo, violeta, branco, rosa emprestavam o tom da festa.
As orquídeas, as rosas, os lírios, delicadas ninféias aéreas, eram os personagens principais da decoração viva. Perfumada.
A cenógrafa Mary Neide, da Orange Decorações, levantou confortáveis e ventiladas tendas ao redor da mansão dos Zella, onde Vamir e Adriana puderam , concretizar um sonho de muitos anos: Casar como manda o figurino cristão e a cartilha dos românticos e enamorados. Dos sonhos sonhados por doces princesas ou ousadas heroínas da Fé...
A amiga Mary Neide confidenciou que ela e a noiva acalentaram a realização do “Sonho do Casamento da Adriana” ao longo de muitos anos. Coisa de seis ou sete anos. Foram construindo a festa, sonhando.
A noiva, confesso, desenhou-se com o perfil das grandes mulheres da Bíblia. Cuja beleza e força estão na aplicação da justiça, até mesmo, em mínimos detalhes. A preocupação e carinho dela para com cada convidado permitiu esta leitura.
Num certo momento o olhar da noiva me emocionou e senti que fiz uma foto-revelação. Ali, ao lado do seu noivo, ela olha em frente. Para um horizonte longínquo. O seu olhar está boiando lá no futuro. Num lugar para onde os visionários e confiantes costumam buscar inspiração.
Além do sonho do casamento, de consolidar a base da família ela deseja, junto com o marido, empreender outros sonhos onde ela, confessa, vai se preparar e aprender para ser uma anfitriã de primeira qualidade, inclusive para os parnanguaras e convidados... São sementes sonhadas. Aquela foto me comove porque Adriana olha para um tempo onde, só ele diz...
O tempo dirá... Aquilo que Deus abençoa!














Num cenário digno de filme americano fui cobrir o casamento da Adriana e Vamir, assim como documento tantas fotos estórias - históricas, acabei, mais uma vez ganhando uma especial. Cada evento é o seu próprio conto de fadas. Basta acreditar, confiar e entregar nas mãos de Deus. Pelo depoimento dos noivos, acontecia naquele dia, uma verdadeira manifestação de vitória. Do amor, da perseverança, da lealdade, da justiça...
O casamento era muito aguardado. Desejado.
Como especial, o dia resolver presentear os nubentes e só desaguar a chuva ensaiada, no sábado, para quando todos já buscavam o descanso dominical. Generosidades de um Pai Amoroso que não gosta de decepcionar filhos queridos. O casal realizava com júbilo, aquela boda, para a honra e glória de Deus, nas palavras, dos donos da festa. Eles se manifestaram de um jeito muito simples e bom, com valores difíceis de encontrar nos dias de hoje.
A trilha sonora era mais que perfeita para aqueles matizes do belo dia. O Carinhoso, do mestre Pixinguinha, contornava o azul da Serra do Mar. Desenhava em sons a moça sentada em baixo da árvore, o moleque correndo atrás da bola, o avozinho embalando a neta, a noiva sentada no balanço. Tudo ali fazia sentido para os sentidos.
Desde o aroma dos quitutes de Mestre Mauro ao perfume dos doces de comer também com os olhos, da Mestra Eliane. Ela buscou aprimoramento para eles, nas montanhas da Suíça. Agora, os divinos doces estavam ali entre orquídeas, ao pé da serra, no meio da Mata Atlântica que parece ser o seu verdadeiro lugar. A Música do Antonio e seus companheiros brindavam os ouvidos com pura harmonia... Aquela música não poderia ser mais prazerosa no acompanhamento do dia. Um deleite.
Creio que os gringos amam fazer casamento num dia assim: lindo, ao ar livre, para estarem, literalmente, em comunhão com a natureza e, nós, donos desta exuberância toda teimamos em ficar debaixo do teto. Está era a minha mais feliz constatação deste domingo. Uma festa assim é um verdadeiro presente para todos os presentes. Parabéns ao casal.
Convidadas engalanadas faziam bonito se protegendo do sol de raios ultravioletas com chapéus para a propícia estação. Assim como a mata estava enfeita pela cor do momento, as damas, algumas madrinhas e convidadas, além dos detalhes da decoração se inspiraram nas cores mescladas da bela árvore nativa. Lilás, roxo, violeta, branco, rosa emprestavam o tom da festa.
As orquídeas, as rosas, os lírios, delicadas ninféias aéreas, eram os personagens principais da decoração viva. Perfumada.
A cenógrafa Mary Neide, da Orange Decorações, levantou confortáveis e ventiladas tendas ao redor da mansão dos Zella, onde Vamir e Adriana puderam , concretizar um sonho de muitos anos: Casar como manda o figurino cristão e a cartilha dos românticos e enamorados. Dos sonhos sonhados por doces princesas ou ousadas heroínas da Fé...
A amiga Mary Neide confidenciou que ela e a noiva acalentaram a realização do “Sonho do Casamento da Adriana” ao longo de muitos anos. Coisa de seis ou sete anos. Foram construindo a festa, sonhando.
A noiva, confesso, desenhou-se com o perfil das grandes mulheres da Bíblia. Cuja beleza e força estão na aplicação da justiça, até mesmo, em mínimos detalhes. A preocupação e carinho dela para com cada convidado permitiu esta leitura.
Num certo momento o olhar da noiva me emocionou e senti que fiz uma foto-revelação. Ali, ao lado do seu noivo, ela olha em frente. Para um horizonte longínquo. O seu olhar está boiando lá no futuro. Num lugar para onde os visionários e confiantes costumam buscar inspiração.
Além do sonho do casamento, de consolidar a base da família ela deseja, junto com o marido, empreender outros sonhos onde ela, confessa, vai se preparar e aprender para ser uma anfitriã de primeira qualidade, inclusive para os parnanguaras e convidados... São sementes sonhadas. Aquela foto me comove porque Adriana olha para um tempo onde, só ele diz...
O tempo dirá... Aquilo que Deus abençoa!
sexta-feira, 10 de dezembro de 2010
Pós-contato imediato.
Sempre acreditei que tudo tem o seu tempo. Às vezes, a gente faz a hora, é verdade. Mas quando as coisas acontecem assim – no tempo certo- é um tipo de sincronicidade que se estabelece. Existe uma cumplicidade no ar. As coisas fluem. A engrenagem desemperra. Deus se estabelece e a vida vira, gira, segue também para ser gozada. Como diria o meu querido leitor, Anônimo Beto. Anônimo Beto? Que belo nome para um ótimo personagem...
Estou feliz pelo meu encontro com o blog. Aqui neste espaço, sinto que estou no meu quarto. No meu ambiente. Pode ser um exagero, mas, percebo uma coisa mais intimista, menos exposta que numa folha de jornal.
O melhor é que senti o blog como um diário de fato, que pretendo levar em frente registrando alguns ângulos de vida, sob o olhar de uma mulher comum. Pero no mucho...
Aqui vou fazer os meus registros poéticos, vulgares olhares, ensaios, literatura, jornalismo, comunicação social, colagens em geral. Uma velha paixão artística. Aqui será uma vitrine para os personagens do nosso litoral, da gente boa de Paranaguá. Penso numa fila imensa. Isto aqui é muitíssimo interessante pela possibilidade da comunicação imediata com o leitor. Tudo é novo e sedutor. Amei os primeiros recados de Nani Chemure e Beto Perna. Foram os primeiros bandeirantes chegando até mim
Antes, um medo desprezível me afastava da tecnologia. Agora, me deixei encantar, por determinação. Fui me inocular. Quero experimentar o maior de todos os efeitos da tecnologia que é a comunicação rápida. Imediata.. Ainda sou uma criança perante o universo então tenho o tempo do mundo para surfar nesta onda, que nem o (Alvim) Tofler previu.
Estou feliz Pastora das Nuvens semeando olhares cúmplices...
Noite do dia 07: No meio do cochilo ouço, no Jornal da Globo, falarem do desperdício dos grãos na safra nacional. Da soja fedida perdida nas ruas de Paranaguá. Uma comparação entre o Brasil e Estados Unidos traça a espinha dorsal da minuciosa matéria mostrando as perdas entre o campo e o porto. Fui checar, no portal G1 e não encontrei a menção do nome de Paranaguá, na matéria. Como? Acho que sonhei que mais uma vez estávamos em rede nacional como mau exemplo. Que pesadelo! Foram logo traçar parâmetros de Paranaguá com o primeiro mundo americanizado.
Tarde do dia 08 : Lá fora o céu lilás é incendiado no fim do dia. O céu estava encerrando o expediente, escandaloso, com finos véus de chiffon. Acácias mimosas salpicam o meu horizonte...
Há uma estranha combinação no ar quente e a cigarra canta que o caranguejo está correndo. Amanhã é dia.

Como eu gosto de Paranaguá em época de caranguejo. É quando Paranaguá é mais Paranaguá. Penso em reunir amigos para promovermos o banquete caiçara. Nesta gastronomia, tudo ainda é muito primitivo. Ancestral. Reluto em promover o festim porque o difícil é ouvir os bichos morrendo na água fervente. Inicialmente, matava um por um com uma faca e um soquete de feijão. Achava mais humano. Hoje, delego o cozimento dos crustáceos, enquanto dou uma volta no quintal. O quê os ouvidos não percebem, a consciência não sente na hora de chupar as patinhas gostosas, de “zoinho” fechado. Vou ver o ninho da tigitica dentro do coco.
Estou feliz pelo meu encontro com o blog. Aqui neste espaço, sinto que estou no meu quarto. No meu ambiente. Pode ser um exagero, mas, percebo uma coisa mais intimista, menos exposta que numa folha de jornal.
O melhor é que senti o blog como um diário de fato, que pretendo levar em frente registrando alguns ângulos de vida, sob o olhar de uma mulher comum. Pero no mucho...
Aqui vou fazer os meus registros poéticos, vulgares olhares, ensaios, literatura, jornalismo, comunicação social, colagens em geral. Uma velha paixão artística. Aqui será uma vitrine para os personagens do nosso litoral, da gente boa de Paranaguá. Penso numa fila imensa. Isto aqui é muitíssimo interessante pela possibilidade da comunicação imediata com o leitor. Tudo é novo e sedutor. Amei os primeiros recados de Nani Chemure e Beto Perna. Foram os primeiros bandeirantes chegando até mim
Antes, um medo desprezível me afastava da tecnologia. Agora, me deixei encantar, por determinação. Fui me inocular. Quero experimentar o maior de todos os efeitos da tecnologia que é a comunicação rápida. Imediata.. Ainda sou uma criança perante o universo então tenho o tempo do mundo para surfar nesta onda, que nem o (Alvim) Tofler previu.
Estou feliz Pastora das Nuvens semeando olhares cúmplices...
Noite do dia 07: No meio do cochilo ouço, no Jornal da Globo, falarem do desperdício dos grãos na safra nacional. Da soja fedida perdida nas ruas de Paranaguá. Uma comparação entre o Brasil e Estados Unidos traça a espinha dorsal da minuciosa matéria mostrando as perdas entre o campo e o porto. Fui checar, no portal G1 e não encontrei a menção do nome de Paranaguá, na matéria. Como? Acho que sonhei que mais uma vez estávamos em rede nacional como mau exemplo. Que pesadelo! Foram logo traçar parâmetros de Paranaguá com o primeiro mundo americanizado.
Tarde do dia 08 : Lá fora o céu lilás é incendiado no fim do dia. O céu estava encerrando o expediente, escandaloso, com finos véus de chiffon. Acácias mimosas salpicam o meu horizonte...
Há uma estranha combinação no ar quente e a cigarra canta que o caranguejo está correndo. Amanhã é dia.
Como eu gosto de Paranaguá em época de caranguejo. É quando Paranaguá é mais Paranaguá. Penso em reunir amigos para promovermos o banquete caiçara. Nesta gastronomia, tudo ainda é muito primitivo. Ancestral. Reluto em promover o festim porque o difícil é ouvir os bichos morrendo na água fervente. Inicialmente, matava um por um com uma faca e um soquete de feijão. Achava mais humano. Hoje, delego o cozimento dos crustáceos, enquanto dou uma volta no quintal. O quê os ouvidos não percebem, a consciência não sente na hora de chupar as patinhas gostosas, de “zoinho” fechado. Vou ver o ninho da tigitica dentro do coco.
terça-feira, 7 de dezembro de 2010
Estou blogueira e vendedora de divulgação.
... Aviso e comunico à Praça de Fernando Amaro que estou blogueira e vendedora dos melhores produtos de vocês. Depois da entrevista do Silvio Santos, na Record, no último domingo estou mais convencida do que nunca, de estar no caminho certo. O quê foi aquilo?
Pois é. Não vou desistir nunca de perseguir o meu sonho, principalmente porque eu sei que a Vida quer e precisa que assim seja.
Retomei com determinação ao meu papel de comunicadora social, jornalista, fotógrafa, artista e empreendedora. Não necessariamente nesta ordem, mas, talvez, por uma questão de sobrevivência vou ter que colocar a empreendedora na frente e vender merchandising e visibilidade comercial, como nunca. Os outros títulos me dão o prazer.
Afinal tenho que ganhar um dinheiro justo pelo trabalho que faço e fazer render os milhares de olhos que visitam o site. Tenho gente querendo saber, o comércio querendo vender e eu querendo mostrar, então o negócio é camelar. Será que esta expressão carioca veio de camelô? Se for, vai ver que é um SSinal... Entenderam?
Preciso pagar contas e quem sabe, tirar umas férias e colocar as pernas para o ar lá no Mar de Lá. Antes vou percorrer as vitrines e procurar sugestivos presentes para os internautas do Sem Palavras. Tudo será mostrado na Galeria FIQUE POR DENTRO por uma taxa justa. Vou mostrar o que temos de bom e barato para festejar o final do ano.
Desde que assumi esta condição de blogueira, dia 3 último, estou em paz. Estou resolvendo todos os meus problemas numa tacada só.
Foi com o evento da APAE que o “ensaite” aconteceu e algumas buscas internas cessaram. Sempre fui muito mal resolvida entre o jornalismo, a arte e o comercial até aprender ao longo destes oito anos como me comportar sem atravessar a tênue fronteira que separa os assunto. Uma hora a gente apreende. O jornalismo com a arte está consolidado. Agora estou resolvendo estes assuntos com o terceiro, que estava o mais difícil.
Em, Paranaguá, de um modo em geral vejo colegas de profissão passando por muitos constrangimentos ao serem apontados como “mordedores”, quando nem sempre é assim.
Muitos “jornalistas” também atravessam este campo minado e por falta de clareza própria e convicções acabam, de fato, embrulhando mais o confuso meio. Enquanto isto muitos empresários acham que estão fazendo caridade, quando dão apoio para a divulgação. Eles estão equivocados e nós, da área, é que precisamos nos posicionar e não permitir isto porque, neste caso, apoio é negócio, é marketing, é propaganda, é estar sendo lembrado...
A primeira empresária que percebeu e assumiu profissionalmente isto para comigo foi a, Mary Neide, da Orange Decorações e, por isso, tenho para com ela um respeito e gratidão imensos.
Para mim, o jornalismo é ideal, amor à causa, compromisso de vida, sacerdócio – que é a minha base profissional – e, se não estou empregada no setor, a tendência é acabar morrendo de fome nestas bandas. A arte é a minha condição natural, onde concentro os dons que Deus me deu. A divulgação - descobri através da prática - ser o meu produto, o meu “ganha-pão”. Enfim, estou resolvida, sem vergonha de ganhar dinheiro com dignidade e sem, medo de trabalhar no sol. Muito pelo contrário, vou buscar também subsídios para o meu blog.
Assim estou uma jornalista leal à comunicação social, uma artista que conseguiu se expressar e uma vendedora criativa que vende divulgação como qualquer outro produto deve vendido.
Meu amigo Beto Perna, por exemplo, é um artista que vende seguro, oras!
Por outro lado, estou ansiosa para interagir com os meus leitores, que até agora não deram sinais de vida no blog. Sei que estão começando a chegar, pelo número dos visitantes do meu perfil, mas ninguém escreveu nada ali. Será que o meu leitor é tímido ou tem as mesmas dificuldades tecnológicas que eu? O meu seguidor número um já é o Gilberto Fernandes, mas, também não registrou nada.
Precisava me conectar urgente. Tenho vergonha, por não responder aos convites da rede social, simplesmente porque isto era (neste quesito, ainda, é) uma dificuldade e não estava a fim de vencê-la. Agora, estou. Quero. Preciso. A água está batendo na bunda então estou aprendendo a destrinchar este conhecimento para fazer bonito com os meus leitores futuristas e não ficar na mão de terceiros.
Pelos milagres da vida, sei que posso me dar muito bem com a tecnologia. Bastava o tal passo que só eu poderia ter dado e quebrar de vez o tabu de que poesia não combina com tecnologia. Gilberto Gil já tinha me avisado disso há muito tempo.
Vou tentar alimentar o blog diariamente. Vou colocar lá os assuntos que estão me mobilizando, nem que seja uma foto com algum comentário. Vou falar das minhas descobertas, em Paranaguá. Espero mostrar a minha evolução em todos os sentidos. Principalmente na tecnologia para incentivar outras mulheres como eu a entrarem neste mundo futuro que chegou invadindo o nosso como tsunami.
Como divulgadora, começo vendendo o meu peixe e convido vocês visitarem o dollypolasek.blogspot.com Sugestões e críticas construtivas sempre serão bem vindas. Gostaria que os amigos desconhecidos que fiz através do e-mail migrassem para lá porque ali, acredito, vou exercer uma interação com mais propriedade e transformar isto em trabalho.
Estou entrando de cabeça.
Antes, de mais nada, amei o meu novo título: Blogueira. Sou blogueira e, de alguma forma, estou orgulhosa! Só falta uma coisa...
...estou aguardando com uma expectativa quase infantil os primeiros contatos.
(Aproveitando o gancho e o trocadilho: Quando olho o meu blog sem vestígios, estou me sentindo uma ufóloga, olhando o céu, em busca do contato imediato de terceiro grau).
No blog vai ser mais fácil, eu sei! É uma questão de tempo e perseverança. Modéstia à parte, a perseverança, eu tenho, graças à Deus.
Até...
Pois é. Não vou desistir nunca de perseguir o meu sonho, principalmente porque eu sei que a Vida quer e precisa que assim seja.
Retomei com determinação ao meu papel de comunicadora social, jornalista, fotógrafa, artista e empreendedora. Não necessariamente nesta ordem, mas, talvez, por uma questão de sobrevivência vou ter que colocar a empreendedora na frente e vender merchandising e visibilidade comercial, como nunca. Os outros títulos me dão o prazer.
Afinal tenho que ganhar um dinheiro justo pelo trabalho que faço e fazer render os milhares de olhos que visitam o site. Tenho gente querendo saber, o comércio querendo vender e eu querendo mostrar, então o negócio é camelar. Será que esta expressão carioca veio de camelô? Se for, vai ver que é um SSinal... Entenderam?
Preciso pagar contas e quem sabe, tirar umas férias e colocar as pernas para o ar lá no Mar de Lá. Antes vou percorrer as vitrines e procurar sugestivos presentes para os internautas do Sem Palavras. Tudo será mostrado na Galeria FIQUE POR DENTRO por uma taxa justa. Vou mostrar o que temos de bom e barato para festejar o final do ano.
Desde que assumi esta condição de blogueira, dia 3 último, estou em paz. Estou resolvendo todos os meus problemas numa tacada só.
Foi com o evento da APAE que o “ensaite” aconteceu e algumas buscas internas cessaram. Sempre fui muito mal resolvida entre o jornalismo, a arte e o comercial até aprender ao longo destes oito anos como me comportar sem atravessar a tênue fronteira que separa os assunto. Uma hora a gente apreende. O jornalismo com a arte está consolidado. Agora estou resolvendo estes assuntos com o terceiro, que estava o mais difícil.
Em, Paranaguá, de um modo em geral vejo colegas de profissão passando por muitos constrangimentos ao serem apontados como “mordedores”, quando nem sempre é assim.
Muitos “jornalistas” também atravessam este campo minado e por falta de clareza própria e convicções acabam, de fato, embrulhando mais o confuso meio. Enquanto isto muitos empresários acham que estão fazendo caridade, quando dão apoio para a divulgação. Eles estão equivocados e nós, da área, é que precisamos nos posicionar e não permitir isto porque, neste caso, apoio é negócio, é marketing, é propaganda, é estar sendo lembrado...
A primeira empresária que percebeu e assumiu profissionalmente isto para comigo foi a, Mary Neide, da Orange Decorações e, por isso, tenho para com ela um respeito e gratidão imensos.
Para mim, o jornalismo é ideal, amor à causa, compromisso de vida, sacerdócio – que é a minha base profissional – e, se não estou empregada no setor, a tendência é acabar morrendo de fome nestas bandas. A arte é a minha condição natural, onde concentro os dons que Deus me deu. A divulgação - descobri através da prática - ser o meu produto, o meu “ganha-pão”. Enfim, estou resolvida, sem vergonha de ganhar dinheiro com dignidade e sem, medo de trabalhar no sol. Muito pelo contrário, vou buscar também subsídios para o meu blog.
Assim estou uma jornalista leal à comunicação social, uma artista que conseguiu se expressar e uma vendedora criativa que vende divulgação como qualquer outro produto deve vendido.
Meu amigo Beto Perna, por exemplo, é um artista que vende seguro, oras!
Por outro lado, estou ansiosa para interagir com os meus leitores, que até agora não deram sinais de vida no blog. Sei que estão começando a chegar, pelo número dos visitantes do meu perfil, mas ninguém escreveu nada ali. Será que o meu leitor é tímido ou tem as mesmas dificuldades tecnológicas que eu? O meu seguidor número um já é o Gilberto Fernandes, mas, também não registrou nada.
Precisava me conectar urgente. Tenho vergonha, por não responder aos convites da rede social, simplesmente porque isto era (neste quesito, ainda, é) uma dificuldade e não estava a fim de vencê-la. Agora, estou. Quero. Preciso. A água está batendo na bunda então estou aprendendo a destrinchar este conhecimento para fazer bonito com os meus leitores futuristas e não ficar na mão de terceiros.
Pelos milagres da vida, sei que posso me dar muito bem com a tecnologia. Bastava o tal passo que só eu poderia ter dado e quebrar de vez o tabu de que poesia não combina com tecnologia. Gilberto Gil já tinha me avisado disso há muito tempo.
Vou tentar alimentar o blog diariamente. Vou colocar lá os assuntos que estão me mobilizando, nem que seja uma foto com algum comentário. Vou falar das minhas descobertas, em Paranaguá. Espero mostrar a minha evolução em todos os sentidos. Principalmente na tecnologia para incentivar outras mulheres como eu a entrarem neste mundo futuro que chegou invadindo o nosso como tsunami.
Como divulgadora, começo vendendo o meu peixe e convido vocês visitarem o dollypolasek.blogspot.com Sugestões e críticas construtivas sempre serão bem vindas. Gostaria que os amigos desconhecidos que fiz através do e-mail migrassem para lá porque ali, acredito, vou exercer uma interação com mais propriedade e transformar isto em trabalho.
Estou entrando de cabeça.
Antes, de mais nada, amei o meu novo título: Blogueira. Sou blogueira e, de alguma forma, estou orgulhosa! Só falta uma coisa...
...estou aguardando com uma expectativa quase infantil os primeiros contatos.
(Aproveitando o gancho e o trocadilho: Quando olho o meu blog sem vestígios, estou me sentindo uma ufóloga, olhando o céu, em busca do contato imediato de terceiro grau).
No blog vai ser mais fácil, eu sei! É uma questão de tempo e perseverança. Modéstia à parte, a perseverança, eu tenho, graças à Deus.
Até...
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